quarta-feira, 13 de junho de 2012

Questões: Abordar-me na rua ou não?

Pergunta: "Uma vez que colocas fotografias tuas onde é bastante fácil identificar-te, qual a posição sobre as pessoas poderem abordar-te na rua?" 

Essa questão é fácil de responder, uma vez que é algo pelo qual já passei inúmeras vezes! 
Não que seja uma vedeta na minha aldeia, mas é que o mundo é mesmo pequeno... Go figure!

Já fui abordada em sítios diferentes por diversas leitoras (na sua maioria), por exemplo: em filas de supermercado, restaurantes, passeios, parques de estacionamento, no trabalho, nos mais variados timings (alguns melhores que outros...). No entanto, a verdade é que 90% das vezes não é a mim que me querem cumprimentar é mesmo ao meu filho. Lembro-me de uma situação que até foi um pouco "assustadora". Durante uma saída em família, uma leitora aproximou-se do Zeus (que tinha o Vasco no colo, enquanto eu via vitrinas), perguntou-lhe se podia pegar no Baby e antes mesmo de esperar pela resposta, tirou-lhe dos braços do pai entusiasmada, para fazer umas festinhas. Quando apareci, a senhora já estava a entregar o Vasco ao pai, disse que gostava muito de acompanhar o crescimento da nossa cria, cumprimentou-nos, trocou os desejos de felicidades da praxe e gentilmente foi-se embora. 

Eu fiquei a olhar para o Zeus à espera que ele soubesse identificar a senhora que esteve com o filho, e ele sem palavras capaz de jurar que pela intimidade eu conhecia a senhora.


Entendo que as pessoas se identifiquem com algumas coisas que por cá vou contando, aliado ao facto de nos reconhecem facilmente (através das fotos) sintam curiosidade em conhecer quem está para além do monitor. Sinto o mesmo! Também eu, desde que me tornei bloguer, tenho esse "desejo indiscreto" em conhecer quem eu leio e quem me lê. Não minto se disser que este blogue acabou sendo um filtro na minha vida. Permitiu-me (re)aproximar de grandes amigas (assim elas sabem sempre de mim), deu-me a conhecer um leque de miúdas (amizades) fantásticas (muitas das quais mantenho contato físico e/ou virtual constante) e afastou quem afinal de contas não era relevante na minha vida. 

Tudo isso para dizer que por mim desde que venha por bem, não me importo nada que me (nos) abordem onde quer que seja. É um prazer para os ouvidos de uma mãe, ouvir carinhos ao seu baby, sabe sempre bem ouvir um elogio e ter feed-back de quem me segue no dia-a-dia.
Aliás se há coisa que me deixa nervosa, é descobrir que fui observada... sei lá... tem um ar sinistro, não?
Por isso, força aí e nada de timidez.   

7 comentários:

  1. Sigo o teu blogue e gosto muito das tuas descriçoes. Mas há pessoas más, por isso aconselho-te a cautela, pois "quem nao ama o perigo, nao cai nele". Mas a verdade é que nao quero que deixes de te expores, pois adoro seguir-te. Bjnhs Ana Isabel

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  2. Eh eh, descansa por enquanto manterei tudo qual está :)
    beijinho e obrigada!

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  3. Também eu já abordei e já fui abordada por pessoas da blogosfera, mas nada como vos aconteceu... 1º que tudo há que se identificar e depois a intimidade aparece, pois acabamos por conhecer um pedaço da outra pessoa..

    Acredito que aí ainda seja mais fácil reconhecer-vos :)

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    1. Viver aqui é viver numa "aldeia" :) todos conhecem-se!

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  4. Obrigada pela resposta ;)
    Realmente vivemos numa aldeia e já nos cruzámos uma vez. Eu não te abordei porque sou tímida e não sei se alguma vez o farei ;)
    Talvez seja a Alice a chamar pelo teu lindo baby.

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  5. Ninguém sabe ;) Tudo está em aberto...

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Lilypie Premature Baby tickers